sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

O maior parque eólico do mundo será português.

A primeira central de energia eólica flutuante à escala mundial vai nascer no Atlântico português.

Segundo a vice-presidente do EBI, que financia a maior parte do projeto, esta tecnologia é muito importante para a indústria eólica europeia, trazendo novas oportunidades de mercado.

O parque eólico offshore conseguirá produzir eletricidade suficiente para 60 mil pessoas, com uma capacidade instalada de 25 MW dividida em três turbinas eólicas, assentes em plataformas flutuantes ancoradas ao fundo marinho a uma profundidade de 100 metros.

Veja mais detalhes no link abaixo:

http://www.engenhariacompartilhada.com.br/noticia.aspx?id=2962510 

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Estruturas metálicas. Mitos e verdades.

Pedro Miranda, em seu texto do Portal AECWeb, nos ajuda a esclarecer algumas dúvidas sobre a utilização de estruturas metálicas na construção na construção civil.

Ele nos auxilia a identificar alguns mitos e verdades que envolvem esta tecnologia cada vez mais utilizada em projetos de indústrias, pontes e estádios de futebol.

Clique no link abaixo e descubra o que é Mito e o que é Verdade!

Mito ou verdade? Veja 4 curiosidades sobre as estruturas metálicas

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Tendências para 2018 na construção civil. Sua empresa já está utilizando alguma delas?

Em Janeiro deste ano, a Nadine Alves apresentou uma lista de 7 tendências na construção civil.

Dentre elas está a realidade aumentada, que através de um aplicativo chamado MeasureKit possibilita a interação entre usuários com objetos de construção civil pela tela de smartphone, e a utilização de drones para para inspeção de canteiros de obras, tendência já utilizada no Brasil pela Tecnisa.

Para ver a lista toda clique no link abaixo e se inspire !


   

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Tendências para 2018 no setor de pré-moldados de concreto.

A Associação Brasileira da Construção Industrializada de Concreto (Abcic) apontou duas tendências para o mercado de pré-moldados para 2018:

  1. O aumento do  uso de estruturas pré-fabricadas de concreto em edifícios de múltiplos pavimentos acima de 40 andares
  2. A adoção de soluções híbridas, combinando pré-fabricados de concreto com elementos moldados in loco ou de aço.
Acesse o link abaixo e veja o que a presidente da Abcic, Íria Doniak, falou sobre essas duas tendências.



sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Agroconcreto, um novo nicho de mercado


O agronegócio brasileiro não sente a crise atual pela qual o país passa e da sua necessidade de melhorar a infraestrutura surge um novo nicho de negócio: o agroconcreto.
Na última Concrete Show realizada em São Paulo em Agosto deste ano uma parte da feira foi dedicada a este nicho de negócio.

Acesse o link abaixo e saiba mais sobre este nicho de mercado.

http://www.engenhariacompartilhada.com.br/Noticia.Aspx?id=1352062

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Andaimes


Para trabalhar em altura com a segurança muitas vezes é necessário a utilização de andaimes.
Os andaimes são plataformas montadas a partir de painéis metálicos e outros acessórios. Os andaimes metálicos são mais práticos, rápidos de montar e seguros do que os andaimes de madeiras.

Seguem algumas dicas para a utilização dos andaimes com segurança :

·         A montagem deve acontecer sempre em local nivelado com superfície lisa
·         Nunca monte andaimes metálicos próximo à redes elétricas, pois há risco de choque
·         Nunca trabalhe em cima de andaimes com chuva.
·         Os parafusos devem ser sempre apertados após a colocação de uma peça sobre a outra
·         As pontas dos painéis devem ser sempre montadas para baixo
·         A cada 3 metros de altura, após o limite de cada tipo de andaime, deve-se fixa-los a uma estrutura
·         Nunca deve-se trabalhar no último piso e o uso do guarda corpo é essencial
·         Nunca trabalhe sozinho no andaime, peça a compania de mais uma pessoa
·         Quando o andaime tiver rodas não realizar a movimentação do mesmo com pessoas em cima, pois há risco de queda
·         Trabalho acima de 2 metros de altura só com cinto de segurança e treinamento da NR-35


quarta-feira, 18 de novembro de 2015

EPI: Capacete de segurança

Para os fins de aplicação NR 6 - EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL, considera-se Equipamento de Proteção Individual - EPI, todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.

Os EPI’s não evitam acidentes de trabalho, apenas minimizam ou evitam as lesões físicas decorrentes dos mesmos. Eles devem ser escolhidos de acordo com a necessidade do uso no trabalho e a parte do corpo que se precisa proteger.

Segundo a Norma Regulamentadora 6 (NR-6), são estabelecidas obrigações tanto para o empregado quanto para o empregador em relação aos EPI’s:

"6.6 Cabe ao empregador

6.6.1 Cabe ao empregador quanto ao EPI :
      a)       adquirir o adequado ao risco de cada atividade;
b)       exigir seu uso;
c)       fornecer ao trabalhador somente o aprovado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho;
d)       orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação;
e)       substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado; (206.009-4 /I3)
f)         responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica; e,
g)       comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada.
h)  registrar o seu fornecimento ao trabalhador, podendo ser adotados livros, fichas ou sistema eletrônico.  (Inserida pela Portaria SIT n.º 107, de 25 de agosto de 2009)

6.7 Cabe ao empregado

 6.7.1 Cabe ao empregado quanto ao EPI:
      a)       usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina;
b)       responsabilizar-se pela guarda e conservação;
c)       comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso; e,
d)       cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado."

Um dos equipamentos de proteção individual mais comum é o capacete de segurança que tem por finalidade proteger o trabalhador contra impactos de detritos e objetos, gotejamentos, choques elétricos e queimaduras.

Existem basicamente três tipos de capacetes de segurança:

·         Capacete para proteção contra impactos sobre o crânio: é utilizado na construção civil, indústrias e em todo tipo de local e serviço que não tenha a ver com eletricidade.
·         Capacete para proteção contra choques elétricos: é usado por profissionais que têm contato com fontes de energia.
·         Capacete para proteção do crânio e face contra agentes térmicos: é mais utilizado em indústrias químicas.

Os capacetes de segurança são formados por duas partes: casco e suspensão. O casco é a parte externa do capacete de segurança que forma efetivamente o capacete. Na parte interna, a suspensão é representada pelas cintas, sendo um dispositivo de suma importância para a absorção de impactos quando algum objeto atinge a cabeça do trabalhador.

Alguns capacetes de segurança também têm a jugular, que são duas correias que prendem o capacete de segurança ao queixo do trabalhador, evitando que ele caia. Este tipo de capacete é utilizado em trabalhos com altura, onde a chance de queda do capacete é maior.


A validade do capacete de segurança é de 5 anos a partir da data de sua fabricação, desde que nunca tenha sido usado. Após o uso, sua validade está condicionada às condições de exposição ao calor, chuva, frio, quedas, etc, podendo ser invalidado a qualquer momento. Havendo rachaduras ou qualquer outro dano aparente no capacete o trabalhador deve solicitar à empresa a substituição do mesmo, visando manter a qualidade do seu equipamento de proteção individual e evitar acidentes que podem ser fatais.