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quarta-feira, 11 de agosto de 2021

Qual a melhor opção: furar a laje ou deixar nicho na concretagem?

 


Existem temas, na área da construção que merecem nossa reflexão e para os quais talvez nunca cheguemos a uma reposta conclusiva. Há poucos dias, foi publicada uma matéria sobre um desses temas que causam dúvidas, seu título era: “máquinas na obra: comprar ou alugar?”. São temas polêmicos que merecem um estudo, uma análise, através de vários aspectos.

 

              O diretor da PS Cortes e Furos, Gilberto Giassetti, contextualiza o assunto: “ao longo desses 45 anos de atuação na área de construção, vi muitas tecnologias chegarem na nossa área e acabarem não sendo implementadas no canteiro de obra, pelos mais diversos problemas, desde a questão de custo até questões culturais dos nossos colaboradores”.


               “Certas mudanças e novidades provocam muita resistência, em todos os níveis da cadeia da construção, desde a concepção do projeto até execução na obra. É o medo do desconhecido, de deixar uma área conhecida e aprender o novo. Sair da área de conforto é difícil para todos, mas quem consegue fazê-lo, sempre acaba tendo alguma vantagem”, afirma Giassetti.





Giassetti, conta que no início de sua carreira profissional desenhava projetos de redes elétricas para um escritório especializado nessa área, nesse tempo ainda se usava papel vegetal e tinta nanquim. Esses projetos após serem finalizados, eram copiados em papel e enviados para as obras. As cópias eram usadas entre outras coisas na obra, uma delas era para que fossem deixados nichos nas lajes e vigas para a passagem de dutos de energia e de telefonia, assim como para tubos de outras facilidades como esgoto, águas pluviais e potável.


                 Isso tudo é muito coerente quando pensamos em uma situação ideal, onde existe planejamento de obra, onde todos os projetos chegam antes do início da execução. No entanto, na prática isso costumeiramente não funciona dessa maneira. Pode existir problemas, como:


·        A obra iniciar antes do projeto chegar, o que é bastante comum no nosso mercado;


·        Mudanças de projeto solicitadas pelo cliente, o que também é muito comum;


·        Erros na leitura do projeto da obra causando posicionamento errado dos nichos;


·        Nichos instalados fora da posição e/ou com bitolas inadequadas ou erradas;


·        Formas de nichos que se deslocam durante a concretagem, pelo uso de vibradores e etc;


·        Atrasos na concretagem das estruturas, por falta de definição de projeto desses nichos e,


·        Alto custo da mão de obra para execução das formas e depois da desforma dos nichos.


Então, qual tecnologia mais adequada para resolver esses problemas? Segundo nossa experiência e trajetória profissional no ramo, a resposta seria: o uso da furação com coroas de diamante, após a concretagem das estruturas. Esta tecnologia é a mais adequada e coerente para evitar todos os problemas citados.



Veja quais são as vantagens do uso dessa técnica:

·        As estruturas podem ser concretadas mesmo sem os projetos de elétrica e de hidráulica estarem na obra;

·        A concretagem não precisa de tantos cuidados para preservar as formas dos nichos, pois eles não seriam necessários;

·        Economia de mão de obra e de materiais para confecção dos nichos;

·        Eliminação da margem de erro no posicionamento das passagens de tubulação;

·        Readequação das passagens de tubulação para mudanças de projeto que porventura possam ser feitas;

·        Melhoria no acabamento das passagens de tubulação, permitindo melhor vedação e,

·        Menos custo, evitando erros e desperdício de recurso na obra.

                   De acordo, com todos os pontos avaliados as vantagens nesse caso são bastante evidentes e não deixam dúvidas sobre o uso da furação das estruturas após a concretagem.



Furar estruturas de concreto é uma das especialidades da PS Cortes e Furos, não só para instalação de tubulações, mais também para uma outras funções, como fixação de máquinas e de equipamentos em estruturas de concreto, instalação de arranques, remoção de chumbadores e etc. 

                   E agora pessoal, vamos sair da área de conforto e experimentar a tecnologia disponível?

 
Sobre a PS Cortes e Furos

A Porto Seguro Cortes e Furos iniciou suas atividades no ano de 1994, dedicando-se inicialmente à prestação de serviços de corte e perfuração de concreto, aço, refratário e outros materiais com ferramentas diamantadas, sempre buscando satisfazer seus clientes, adquirindo equipamentos de ponta, para proporcionar maior qualidade, confiabilidade e preços competitivos.

 A empresa tem sua sede em Jundiaí/SP e hoje é referência nacional nessa atividade por possuir modernos equipamentos, máquinas das melhores marcas disponíveis no mercado e, principalmente, equipe capacitada, composta por pessoas treinadas e qualificadas para prestar serviços com soluções completas aos clientes, para todas as obras.

 Referência no mercado industrial e construção civil, seus principais serviços são corte de concreto e perfuração, vedação Link Seal, microvala para fibra ótica e outros. Atende no Brasil e exterior.

Mais informações: https://www.pscortesefuros.com.br/

Siga a PS Cortes e Furos: @pscortesefuros e PS Cortes e Furos Ltda no Linkedin.

 Informações à imprensa:

Mariana Batista

pormarianabatista@gmail.com

+55 (13) 95538-3027


sexta-feira, 14 de maio de 2021

Saiba quais cuidados tomar ao cortar pisos e lajes de concreto

 O diretor da Porto Seguro Cortes e Furos, Gilberto Giassetti, explica as melhores formas de garantir um excelente serviço de corte de pisos e lajes.


Cortar pisos e lajes de concreto armado pode parecer uma atividade bem simples para quem é leigo ou tem pouco conhecimento de engenharia. No entanto, apesar desse serviço ser bastante utilizado, também é um dos que pode trazer problema em sua execução.

O diretor da Porto Seguro Cortes e Furos, Gilberto Giassetti, explica que normalmente, quem solicita esse tipo de serviço, tem pouca ou nenhuma informação sobre a estrutura a ser cortada. No máximo conseguem informar sobre a quantidade de metrô lineares de corte e a espessura da laje ou piso; e ainda assim essa informação quase sempre está errada. Outras informações como a resistência do concreto, a taxa de armadura, tipo de agregado etc., nunca estão disponíveis. Essa falta de informações ou as informações imprecisas, causam muitos problemas na execução. Vejamos:

A espessura da estrutura a ser cortada, vai determinar o diâmetro do disco de corte, o tamanho e modelo da máquina de corte. Espessura de lajes maiores, necessitam de discos maiores e equipamentos maiores, mais potentes e mais pesados. Ao deslocarmos o equipamento errado e/ou o disco inadequado estamos perdendo tempo, atrasando o trabalho e adicionando custos aos serviços.

A resistência e a taxa de armadura, também influenciam na escolha da liga de diamante a ser usada no disco de corte, o que tem direta influência na velocidade de corte e desempenho da máquina de corte.

Existem ainda outras questões, como as interferências ocultas no concreto, que deveriam ser informadas, no momento da contratação. Para interferências como dutos de gases e fluidos, energia e outros, sugerimos a inertização deles, antes do início da atividade de corte. Em alguns casos é possível fazer um geo mapeamento dessas redes e deixá-las demarcadas no local do corte.

“Podemos afirmar, sem medo de errar, que quanto mais e melhor forem as informações obtidas, sobre a estrutura a ser cortada, melhor e mais realista será a proposta de execução dos serviços. Quando temos dúvidas elas se tornam riscos e quanto maior o risco, maiores serão os preços dos serviços”, finaliza Giassetti.

 

Sobre a PS Cortes e Furos

A Porto Seguro Cortes e Furos iniciou suas atividades no ano de 1994, dedicando-se inicialmente à prestação de serviços de corte e perfuração de concreto, aço, refratário e outros materiais com ferramentas diamantadas, sempre buscando satisfazer seus clientes, adquirindo equipamentos de ponta, para proporcionar maior qualidade, confiabilidade e preços competitivos.

A empresa tem sua sede em Jundiaí/SP e hoje é referência nacional nessa atividade por possuir modernos equipamentos, máquinas das melhores marcas disponíveis no mercado e, principalmente, equipe capacitada, composta por pessoas treinadas e qualificadas para prestar serviços com soluções completas aos clientes, para todas as obras.

Referência no mercado industrial e construção civil, seus principais serviços são corte de concreto e perfuração, vedação Link Seal, micro vala para fibra ótica e outros. Atende no Brasil e exterior.


Mais informações:
https://www.pscortesefuros.com.br/

Siga a PS Cortes e Furos: @pscortesefuros e PS Cortes e Furos Ltda no Linkedin.


Informações à imprensa:
Mariana Batista
pormarianabatista@gmail.com
+55 (13) 95538-3027

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

CABOS DE AÇO (PARTE II) – Inspeção e substituição

Item indispensável na execução de diversas atividades no setor industrial, de obras ou serviços, os cabos de aço precisam estar sempre em boas condições, por isso executar inspeções corretamente, dentro dos prazos estipulados, é fundamental.

1)    Inspeção de recebimento
Ao receber o produto, confira se ele possui o certificado de qualidade necessário e se itens como construção, diâmetro e composições estão dentro dos parâmetros solicitados. (Para detalhes sobre este assunto, veja aqui.)

2)    Inspeção frequente
Quando em serviço, os cabos de aço precisam ser inspecionados frequentemente pelo operador, diariamente para equipamentos de movimentação de carga e antes de cada uso para os laços. Através desta análise visual o operador conseguirá detectar danos que possam causar riscos durante a operação.

3)    Inspeção periódica
A frequência para uma inspeção ainda mais detalhada e especializada varia de acordo com o tipo de equipamento, condições ambientais e de operação, resultados de inspeções anteriores e tempo de serviço do cabo. Os intervalos para os laços de cabos de aço não podem ultrapassar os seis meses, e os resultados dessas inspeções devem ser registrados.

SUBSTITUIÇÃO

Mesmo que um cabo trabalhe em ótimas condições, chega um momento em que ele atinge sua vida útil normal e deve ser substituído, em virtude do seu desgaste, de arames rompidos etc.

Em qualquer instalação, o desafio é justamente determinar qual o rendimento máximo que se pode obter de um cabo antes de substitui-lo, sem colocar em perigo a segurança do equipamento.
Existem instalações em que o rompimento de um cabo põe em risco vidas humanas. São exemplos elevadores e teleféricos de passageiros, entre tantos outros.

Não existe uma regra precisa para se determinar o momento exato da substituição de um cabo de aço. A decisão dependerá da avaliação de uma pessoa qualificada, que deverá comparar as condições do cabo inspecionado com os critérios de descarte definidos por normas específicas para cada aplicação.

Para consultas, verifique  a norma NBR ISSO 4309 para cabos de aço usados em pontes rolantes, pórticos, gruas e guindastes e a NBR 13543 para laços de cabos de aço.

A avaliação de um cabo de aço leva em conta uma série de fatores, como número de arames rompidos, níveis de desgaste, corrosão, tipos de deformações, entre outros.  Confira na próxima parte desta série sobre cabos de aço.