Mostrando postagens com marcador porto seguro cortes e furos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador porto seguro cortes e furos. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 14 de maio de 2021

Saiba quais cuidados tomar ao cortar pisos e lajes de concreto

 O diretor da Porto Seguro Cortes e Furos, Gilberto Giassetti, explica as melhores formas de garantir um excelente serviço de corte de pisos e lajes.


Cortar pisos e lajes de concreto armado pode parecer uma atividade bem simples para quem é leigo ou tem pouco conhecimento de engenharia. No entanto, apesar desse serviço ser bastante utilizado, também é um dos que pode trazer problema em sua execução.

O diretor da Porto Seguro Cortes e Furos, Gilberto Giassetti, explica que normalmente, quem solicita esse tipo de serviço, tem pouca ou nenhuma informação sobre a estrutura a ser cortada. No máximo conseguem informar sobre a quantidade de metrô lineares de corte e a espessura da laje ou piso; e ainda assim essa informação quase sempre está errada. Outras informações como a resistência do concreto, a taxa de armadura, tipo de agregado etc., nunca estão disponíveis. Essa falta de informações ou as informações imprecisas, causam muitos problemas na execução. Vejamos:

A espessura da estrutura a ser cortada, vai determinar o diâmetro do disco de corte, o tamanho e modelo da máquina de corte. Espessura de lajes maiores, necessitam de discos maiores e equipamentos maiores, mais potentes e mais pesados. Ao deslocarmos o equipamento errado e/ou o disco inadequado estamos perdendo tempo, atrasando o trabalho e adicionando custos aos serviços.

A resistência e a taxa de armadura, também influenciam na escolha da liga de diamante a ser usada no disco de corte, o que tem direta influência na velocidade de corte e desempenho da máquina de corte.

Existem ainda outras questões, como as interferências ocultas no concreto, que deveriam ser informadas, no momento da contratação. Para interferências como dutos de gases e fluidos, energia e outros, sugerimos a inertização deles, antes do início da atividade de corte. Em alguns casos é possível fazer um geo mapeamento dessas redes e deixá-las demarcadas no local do corte.

“Podemos afirmar, sem medo de errar, que quanto mais e melhor forem as informações obtidas, sobre a estrutura a ser cortada, melhor e mais realista será a proposta de execução dos serviços. Quando temos dúvidas elas se tornam riscos e quanto maior o risco, maiores serão os preços dos serviços”, finaliza Giassetti.

 

Sobre a PS Cortes e Furos

A Porto Seguro Cortes e Furos iniciou suas atividades no ano de 1994, dedicando-se inicialmente à prestação de serviços de corte e perfuração de concreto, aço, refratário e outros materiais com ferramentas diamantadas, sempre buscando satisfazer seus clientes, adquirindo equipamentos de ponta, para proporcionar maior qualidade, confiabilidade e preços competitivos.

A empresa tem sua sede em Jundiaí/SP e hoje é referência nacional nessa atividade por possuir modernos equipamentos, máquinas das melhores marcas disponíveis no mercado e, principalmente, equipe capacitada, composta por pessoas treinadas e qualificadas para prestar serviços com soluções completas aos clientes, para todas as obras.

Referência no mercado industrial e construção civil, seus principais serviços são corte de concreto e perfuração, vedação Link Seal, micro vala para fibra ótica e outros. Atende no Brasil e exterior.


Mais informações:
https://www.pscortesefuros.com.br/

Siga a PS Cortes e Furos: @pscortesefuros e PS Cortes e Furos Ltda no Linkedin.


Informações à imprensa:
Mariana Batista
pormarianabatista@gmail.com
+55 (13) 95538-3027

quarta-feira, 24 de março de 2021

Conheça as vantagens da micro tecnologia nas instalações fibras ópticas

 


O uso da micro tecnologia (micro dutos em micro valas) nas instalações de fibras ópticas garante pouco impacto ambiental, muita rapidez, com baixo impacto nas vias urbanas, viabiliza instalação de novas redes em ambientes saturados e a poluição visual é quase nula.

 

A micro tecnologia aos poucos vem ganhando espaço no Brasil. Na Europa e nos EUA essa técnica já é utilizada há mais de 15 anos. Atualmente, temos poucos quilômetros de micro dutos instalados no país. Sua principal aplicação ocorre em áreas urbanas com grande adensamento, para a instalação de fibras ópticas.


Gilberto Giassetti, diretor da empresa Porto Seguro Cortes e Furos, comenta: “O mercado ainda não compreendeu o potencial dessa tecnologia. É comum em nossas obras as pessoas se surpreenderem com o uso dos micro dutos em micro valas e não saberem que existe empresa que realiza o serviço no Brasil”.

As diferenças entre essa nova tecnologia e os dutos tradicionais são os tipos de dutos e sua maneira de aplicá-los. Os dutos convencionais possuem diâmetros que variam de 50 a 150 mm e normalmente são vendidos em barras de 6m e exigem a abertura de valas de no mínimo 100 mm de largura. Já os micros dutos possuem diâmetro de até 25 mm e as bobinas oferecidas possuem 1.000 m de micro dutos e a largura das micro valas são em torno de 10 a 25 mm.

Empresas que utilizam a tecnologia convencional conseguem substituir seu uso pelos de micro dutos em micro valas, no entanto, na maioria dos casos essas tecnologias se tornam complementares.

O uso de micros dutos em micro valas são recomendados, especialmente em locais de grande circulação de pessoas e carros, ou seja, centro urbanos e lugares onde não existe a possibilidade de instalar cabos através de vias aéreas (postes).

Gilberto Giassetti, explica que além das dimensões dos dutos e valas, as outras vantagens da micro tecnologia são em primeiro lugar, a instalação de novos dutos em locais onde já existe uma saturação nas vias aéreas e pouco espaço no sub solo, de forma rápida e causando pouco impacto no entorno da obra. A implantação de micro dutos subterrâneos em áreas de grande fluxo de veículos, sem causar impacto no trânsito. Sua implantação é simples, não necessitando de recapeamento nas vias após instalação. Seu custo de instalação é 50% menor que os dutos convencionais.


É importante ressaltar que a utilização de micro dutos em micro valas traz benefícios sustentáveis e de pouco impacto visual. Sua instalação, pode variar de 100 a 150m por dia ou por noite e essa rapidez evita transtornos, no. Durante a execução das micro valas existe pouca troca de materialisso torna o processo menos agressivo ao meio ambiente. Após a conclusão da obra é imperceptível, ou seja, não contribui para poluição de fios em postes.

O tempo de execução de uma obra, depende do tamanho e complexidade do projeto, mas comparado ao sistema convencional é em média 5 vezes mais rápido para implantação. O retorno do investimento é muito rápido.

Atualmente, no Brasil somente a PS Cortes e Furos, tem expertise, na execução dessa tecnologia. A empresa iniciou o uso da técnica há sete anos, com a instalação de drenos de micro vala em rodovias e depois começaram a instalar micro dutos. A primeira obra realizada foi a implementação de 4,50 km de micro dutos, localizada no bairro Jd. Botânico no Rio de Janeiro, tendo como cliente final a Rede Globo.

Pioneiros em micro tecnologia, a PS Cortes e Furos também utilizou a técnica para instalar rede de aterramento em indústrias, sinalização de rodovias, pátios e vias públicas e para micro drenagem de rodovias.

Fonte: 
https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:6779850405036851200/

 

Sobre a PS Cortes e Furos 

A Porto Seguro Cortes e Furos iniciou suas atividades no ano de 1994, dedicando-se inicialmente à prestação de serviços de corte e perfuração de concreto, aço, refratário e outros materiais com ferramentas diamantadas, sempre buscando satisfazer seus clientes, adquirindo equipamentos de ponta, para proporcionar maior qualidade, confiabilidade e preços competitivos. 

A empresa tem sua sede em Jundiaí/SP e hoje é referência nacional nessa atividade por possuir modernos equipamentos, máquinas das melhores marcas disponíveis no mercado e, principalmente, equipe capacitada, composta por pessoas treinadas e qualificadas para prestar serviços com soluções completas aos clientes, para todas as obras. 

Referência no mercado industrial e construção civil, seus principais serviços são corte de concreto e perfuração, vedação Link Seal, micro vala para fibra ótica e outros. Atende no Brasil e exterior.

Mais informações:
https://www.pscortesefuros.com.br/

Siga a PS Cortes e Furos: @pscortesefuros e PS Cortes e Furos Ltda no Linkedin.

  

Informações à imprensa:
Mariana Batista
pormarianabatista@gmail.com
+55 (13) 95538-3027

 

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

CABOS DE AÇO (PARTE IV) – As principais deformações

As deformações mais comuns que afetam os cabos de aço são:

a)    Ondulação 
Ocorre quando o eixo longitudinal do cabo de aço assume a forma de uma hélice. Se esta anomalia estiver muito acentuada, pode transmitir uma vibração no cabo de aço que, durante o trabalho, causará um desgaste prematuro, assim como arames partidos.

b)    Amassamento
O amassamento no cabo de aço normalmente é ocasionado pelo enrolamento desordenado no tambor. Nas situações onde o enrolamento desordenado não pode ser evitado, deve-se optar pelo uso de cabo com alma de aço.




c)    Gaiola de passarinho
Esta deformação é típica em cabo com alma de aço nas situações onde ocorre um alívio repentino de tensão. Esta irregularidade é crítica e impede a continuidade do uso do cabo



d)    Alma saltada 
Também é uma característica causada pelo alívio repentino de tensão do cabo. Provoca um desequilíbrio de tensão entre as pernas do cabo, impedindo a continuidade do uso do cabo.


e)    Dobra ou nó (dog leg) 
É caracterizada por uma descontinuidade no sentido longitudinal do cabo que, em casos extremos, diminui a resistência à tração do cabo. Normalmente causada por manuseio ou instalação inadequados do cabo de aço.



*Fonte de informações e imagens: catálogo CIMAF

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

CABOS DE AÇO (PARTE III) – Itens para avaliação e inspeção adequadas



A avaliação de um cabo de aço deve levar em conta os seguintes fatores:



1) Número de Arames rompidos


A ruptura de arames normalmente ocorre por abrasão ou por fadiga de flexão. Pode ocorrer tanto nos arames externos quanto internos, caso o cabo possua alma de aço. As rupturas externas podem ocorrer no topo das pernas ou na região de contato entre as pernas (vale). Estas, junto com as rupturas de arames da alma, são as mais críticas.


Deve-se anotar o número de arames rompidos e localização da ruptura em um passo ou em um comprimento equivalente a seis vezes o diâmetro do cabo. Observe se as rupturas estão distribuídas uniformemente ou se estão concentradas em uma ou duas pernas apenas. Neste caso há o perigo dessas pernas se romperem antes do cabo.


2. Arames gastos por abrasão


O desgaste por abrasão nos arames externos é causado pelo atrito do cabo, sob pressão, com os canais das polias e do tambor e pode ser acelerado por deficiências de lubrificação. Mesmo que os arames não cheguem a se romper, o seu desgaste reduz a resistência do cabo através da redução da área metálica, tornando o seu uso perigoso. Uma forma de avaliar esse desgaste é pela medição do seu diâmetro.



3. Corrosão


A corrosão diminui a resistência à tração através da redução da área metálica do cabo, além de acelerar a fadiga. Pode ser externa, detectada visualmente, ou interna, mais difícil de ser detectada. Nestes casos, alguns indícios podem indicar a sua existência:


a) Variação no diâmetro do cabo: nos pontos em que o cabo dobra nas polias, geralmente ocorre a redução do diâmetro; nos cabos estáticos, às vezes ocorre um aumento no diâmetro devido ao aumento da oxidação.


b) Perda de afastamento entre as pernas, frequentemente combinada com arames rompidos nos vales das pernas.



4. Desequilíbrio dos cabos de aço


Em cabos com uma só camada de pernas e alma de fibra (normalmente cabos de 06 ou 08 pernas + AF) pode haver uma avaria típica, com a ondulação do cabo provocada pelo afundamento de 1 ou 2 pernas. 

São três os motivos do mesmo, e que pode ser causada por:

a). fixação deficiente, que permite um deslizamento de algumas pernas, deixando as restantes supertensionadas


 b). alma de fibra de diâmetro reduzido


 c) alma de fibra que se deteriorou, não dando apoio às pernas do cabo.


No primeiro caso há o perigo das pernas supertensionadas se romperem. Nos outros dois casos não há um perigo iminente, porém haverá um desgaste desuniforme no cabo e, portanto, um baixo rendimento.


Nos cabos de várias camadas de pernas, como os não rotativos e cabos com alma de aço, há o perigo da formação de “gaiolas de passarinho” e “hérnias”, defeitos que podem ser provocados pelo manuseio ou instalação deficiente do cabo, dando lugar a torções ou distorções, que, por serem defeitos graves, exigem a substituição imediata dos cabos de aço.


5. Deformações


As deformações nos cabos de aço ocorrem principalmente devido ao mau uso, irregularidades no equipamento em contato com o cabo, ou por métodos inadequados de fixação, no caso dos laços.

Quando estas deformações são muito acentuadas, podem alterar a geometria original do cabo, provocar um desequilíbrio de esforços entre as pernas e, consequentemente, a ruptura do cabo.


As deformações mais comuns são de ondulação, amassamento, gaiola de passarinho, alma saltada, dobra ou nó. Confira na próxima parte desta série sobre cabos de aço.




quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

CABOS DE AÇO (PARTE II) – Inspeção e substituição

Item indispensável na execução de diversas atividades no setor industrial, de obras ou serviços, os cabos de aço precisam estar sempre em boas condições, por isso executar inspeções corretamente, dentro dos prazos estipulados, é fundamental.

1)    Inspeção de recebimento
Ao receber o produto, confira se ele possui o certificado de qualidade necessário e se itens como construção, diâmetro e composições estão dentro dos parâmetros solicitados. (Para detalhes sobre este assunto, veja aqui.)

2)    Inspeção frequente
Quando em serviço, os cabos de aço precisam ser inspecionados frequentemente pelo operador, diariamente para equipamentos de movimentação de carga e antes de cada uso para os laços. Através desta análise visual o operador conseguirá detectar danos que possam causar riscos durante a operação.

3)    Inspeção periódica
A frequência para uma inspeção ainda mais detalhada e especializada varia de acordo com o tipo de equipamento, condições ambientais e de operação, resultados de inspeções anteriores e tempo de serviço do cabo. Os intervalos para os laços de cabos de aço não podem ultrapassar os seis meses, e os resultados dessas inspeções devem ser registrados.

SUBSTITUIÇÃO

Mesmo que um cabo trabalhe em ótimas condições, chega um momento em que ele atinge sua vida útil normal e deve ser substituído, em virtude do seu desgaste, de arames rompidos etc.

Em qualquer instalação, o desafio é justamente determinar qual o rendimento máximo que se pode obter de um cabo antes de substitui-lo, sem colocar em perigo a segurança do equipamento.
Existem instalações em que o rompimento de um cabo põe em risco vidas humanas. São exemplos elevadores e teleféricos de passageiros, entre tantos outros.

Não existe uma regra precisa para se determinar o momento exato da substituição de um cabo de aço. A decisão dependerá da avaliação de uma pessoa qualificada, que deverá comparar as condições do cabo inspecionado com os critérios de descarte definidos por normas específicas para cada aplicação.

Para consultas, verifique  a norma NBR ISSO 4309 para cabos de aço usados em pontes rolantes, pórticos, gruas e guindastes e a NBR 13543 para laços de cabos de aço.

A avaliação de um cabo de aço leva em conta uma série de fatores, como número de arames rompidos, níveis de desgaste, corrosão, tipos de deformações, entre outros.  Confira na próxima parte desta série sobre cabos de aço.