sexta-feira, 23 de setembro de 2016
Agroconcreto, um novo nicho de mercado
O agronegócio brasileiro não sente a crise atual pela qual o país passa e da sua necessidade de melhorar a infraestrutura surge um novo nicho de negócio: o agroconcreto.
Na última Concrete Show realizada em São Paulo em Agosto deste ano uma parte da feira foi dedicada a este nicho de negócio.
Acesse o link abaixo e saiba mais sobre este nicho de mercado.
http://www.engenhariacompartilhada.com.br/Noticia.Aspx?id=1352062
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
Andaimes
Para trabalhar em altura com a segurança muitas
vezes é necessário a utilização de andaimes.
Os andaimes são plataformas montadas a partir de
painéis metálicos e outros acessórios. Os andaimes metálicos são mais práticos,
rápidos de montar e seguros do que os andaimes de madeiras.
Seguem algumas dicas
para a utilização dos andaimes com segurança :
·
A montagem deve acontecer sempre em local
nivelado com superfície lisa
·
Nunca monte andaimes metálicos próximo à redes
elétricas, pois há risco de choque
·
Nunca trabalhe em cima de andaimes com chuva.
·
Os parafusos devem ser sempre apertados após a
colocação de uma peça sobre a outra
·
As pontas dos painéis devem ser sempre montadas
para baixo
·
A cada 3 metros de altura, após o limite de cada
tipo de andaime, deve-se fixa-los a uma estrutura
·
Nunca deve-se trabalhar no último piso e o uso
do guarda corpo é essencial
·
Nunca trabalhe sozinho no andaime, peça a
compania de mais uma pessoa
·
Quando o andaime tiver rodas não realizar a
movimentação do mesmo com pessoas em cima, pois há risco de queda
·
Trabalho acima de 2 metros de altura só com
cinto de segurança e treinamento da NR-35
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
EPI: Capacete de segurança
Para os fins de aplicação NR 6 - EQUIPAMENTO DE
PROTEÇÃO INDIVIDUAL, considera-se Equipamento de Proteção Individual - EPI,
todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador,
destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no
trabalho.
Os EPI’s não evitam acidentes de trabalho, apenas
minimizam ou evitam as lesões físicas decorrentes dos mesmos. Eles devem ser escolhidos
de acordo com a necessidade do uso no trabalho e a parte do corpo que se precisa
proteger.
Segundo a Norma Regulamentadora 6 (NR-6), são
estabelecidas obrigações tanto para o empregado quanto para o empregador em
relação aos EPI’s:
"6.6
Cabe ao empregador
6.6.1
Cabe ao empregador quanto ao EPI :
b) exigir seu uso;
c) fornecer ao trabalhador somente
o aprovado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no
trabalho;
d) orientar e treinar o
trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação;
e) substituir imediatamente,
quando danificado ou extraviado; (206.009-4 /I3)
f) responsabilizar-se pela
higienização e manutenção periódica; e,
g) comunicar ao MTE qualquer
irregularidade observada.
h) registrar o
seu fornecimento ao trabalhador, podendo ser adotados livros, fichas ou sistema
eletrônico. (Inserida pela
Portaria SIT n.º 107, de 25 de agosto de 2009)
6.7
Cabe ao empregado
b) responsabilizar-se pela guarda
e conservação;
c) comunicar ao empregador
qualquer alteração que o torne impróprio para uso; e,
d) cumprir as determinações do
empregador sobre o uso adequado."
Um dos equipamentos de proteção individual mais comum
é o capacete de segurança que tem por finalidade proteger o trabalhador contra
impactos de detritos e objetos, gotejamentos, choques elétricos e queimaduras.
Existem basicamente três tipos de capacetes de
segurança:
·
Capacete para proteção contra impactos sobre o
crânio: é utilizado na construção civil, indústrias e em todo tipo de local e
serviço que não tenha a ver com eletricidade.
·
Capacete para proteção contra choques elétricos: é
usado por profissionais que têm contato com fontes de energia.
·
Capacete para proteção do crânio e face contra
agentes térmicos: é mais utilizado em indústrias químicas.
Os capacetes de segurança são formados por duas
partes: casco e suspensão. O casco é a parte externa do capacete de segurança que
forma efetivamente o capacete. Na parte interna, a suspensão é representada
pelas cintas, sendo um dispositivo de suma importância para a absorção de
impactos quando algum objeto atinge a cabeça do trabalhador.
Alguns capacetes de segurança também têm a jugular,
que são duas correias que prendem o capacete de segurança ao queixo do
trabalhador, evitando que ele caia. Este tipo de capacete é utilizado em
trabalhos com altura, onde a chance de queda do capacete é maior.
A validade do capacete de segurança é de 5 anos a
partir da data de sua fabricação, desde que nunca tenha sido usado. Após o uso,
sua validade está condicionada às condições de exposição ao calor, chuva, frio,
quedas, etc, podendo ser invalidado a qualquer momento. Havendo rachaduras ou
qualquer outro dano aparente no capacete o trabalhador deve solicitar à empresa
a substituição do mesmo, visando manter a qualidade do seu equipamento de proteção
individual e evitar acidentes que podem ser fatais.
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
Há 40 anos se iniciava a construção da obra de Itaipu
A Usina
Hidrelétrica de Itaipu é binacional, localizada no Rio Paraná,
na fronteira entre o Brasil e o Paraguai. O nome Itaipu foi
tirado de uma ilha que existia perto do local de construção. No
idioma tupi-guarani, o termo significa "pedra na qual a água faz
barulho", através da junção dos termos itá(pedra), 'y (água)
e pu (barulho).
A Itaipu
Binacional, operadora da usina, é a líder mundial em produção de energia limpa
e renovável, tendo produzido mais de 2,2 bilhões de MWh desde o início de sua
operação. A Hidrelétrica de trÊs Gargantas na China, que
produziu cerca de 800 milhões de MWh desde o início de sua operação, com uma
potência instalada 60% maior do que a de Itaipu (22.500 MWh contra
14.000 MWh). Em termos de recorde anual de produção de energia, a usina de
Itaipu ocupa o segundo lugar, atrás somente de Três Gargantas, que produziu, em
2014, 98,8 milhões de MWh, o que equivale a 0,2% a mais do que o recorde
anterior de Itaipu (98,6 milhões de MWh no ano de 2013).
Veja na
matéria abaixo, publica da Revista M&T em 14 de Outubro de 2015, um depoimento
exclusivo, que relembra os momentos iniciais de uma das maiores obras de
engenharia já realizadas no país.
http://www.revistamt.com.br/index.php?option=com_conteudo&task=viewNoticia&id=4676
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
Concrete Show South America 2015 - São Paulo
Programe-se! Acontece nesta semana, no
antigo Centro de Exposições Imigrante, atual São Paulo Expo, a Concrete Show
South America.
O evento, que ocorrerá nos dias 26 à 28 de
Agosto, é um dos mais importantes pontos de encontro da construção
civil mundial, sendo o maior na América Latina e 2º maior do mundo nesse
segmento.
O evento apresenta
soluções que vão desde a terraplanagem, canteiros de obras e projetos
estruturais, até tecnologias de ponta para a cadeia produtiva do concreto,
serviços e acabamento, visando sempre o aumento da produtividade e a redução de
custos na construção.
Através do site é possível verificar a lista de expositores e de
palestras, inclusive as gratuitas e fazer o credenciamento on line do
visitante.
Acesse o site e confira! http://www.concreteshow.com.br/pt/
segunda-feira, 8 de junho de 2015
Saiba tudo sobre a tendência do cimento queimado e
do concreto aparente na decoração
O cimento queimado e o concreto aparente estão
fazendo muito sucesso nas construções modernas. Esses acabamentos, ao mesmo
tempo super simples e inovadores, invadiram as residências e conquistaram
espaço no universo da arquitetura e decoração, agregando charme, estilo e
despojamento a qualquer imóvel. Quer conhecer tudo sobre essa super tendência
do universo décor? Então continue lendo o nosso artigo e fique por dentro:
·
Como são feitos o cimento queimado e o concreto?
·
Quais as vantagens de optar por esses acabamentos?
·
Como incorporar o estilo industrial na decoração?
·
Onde usar o concreto aparente e o cimento queimado?
Acesse o link abaixo e confira a matéria !
Fonte: Blog Casa Show.
Artigo escrito por Blog Casa Show
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
CABOS DE AÇO (PARTE IV) – As principais deformações
As deformações mais comuns que afetam os cabos de aço são:
a) Ondulação
Ocorre quando o eixo longitudinal do cabo de aço assume a forma de uma hélice. Se esta anomalia estiver muito acentuada, pode transmitir uma vibração no cabo de aço que, durante o trabalho, causará um desgaste prematuro, assim como arames partidos.
b) Amassamento
O amassamento no cabo de aço normalmente é ocasionado pelo enrolamento desordenado no tambor. Nas situações onde o enrolamento desordenado não pode ser evitado, deve-se optar pelo uso de cabo com alma de aço.
c) Gaiola de passarinho
Esta deformação é típica em cabo com alma de aço nas situações onde ocorre um alívio repentino de tensão. Esta irregularidade é crítica e impede a continuidade do uso do cabo
d) Alma saltada
Também é uma característica causada pelo alívio repentino de tensão do cabo. Provoca um desequilíbrio de tensão entre as pernas do cabo, impedindo a continuidade do uso do cabo.
e) Dobra ou nó (dog leg)
É caracterizada por uma descontinuidade no sentido longitudinal do cabo que, em casos extremos, diminui a resistência à tração do cabo. Normalmente causada por manuseio ou instalação inadequados do cabo de aço.
a) Ondulação
Ocorre quando o eixo longitudinal do cabo de aço assume a forma de uma hélice. Se esta anomalia estiver muito acentuada, pode transmitir uma vibração no cabo de aço que, durante o trabalho, causará um desgaste prematuro, assim como arames partidos.
b) Amassamento
O amassamento no cabo de aço normalmente é ocasionado pelo enrolamento desordenado no tambor. Nas situações onde o enrolamento desordenado não pode ser evitado, deve-se optar pelo uso de cabo com alma de aço.
c) Gaiola de passarinho
Esta deformação é típica em cabo com alma de aço nas situações onde ocorre um alívio repentino de tensão. Esta irregularidade é crítica e impede a continuidade do uso do cabo
d) Alma saltada
Também é uma característica causada pelo alívio repentino de tensão do cabo. Provoca um desequilíbrio de tensão entre as pernas do cabo, impedindo a continuidade do uso do cabo.
e) Dobra ou nó (dog leg)
É caracterizada por uma descontinuidade no sentido longitudinal do cabo que, em casos extremos, diminui a resistência à tração do cabo. Normalmente causada por manuseio ou instalação inadequados do cabo de aço.
*Fonte de informações e imagens: catálogo CIMAF
Assinar:
Postagens (Atom)



